sábado, 21 de agosto de 2010



Resenha
“Por” Djane da Silva Pinheiro
O programa “Custe o que custar” ou simplesmente CQC, vai ao ar todas as segundas-feiras, às 22h15, com reprise dos melhores momentos aos sábados, às 23h45, na Rede Bandeirantes de Televisão, tem a duração de duas horas e é destinado ao público jovem e adulto. Suas fontes e focos principais são pessoas que estão na mídia, como políticos, artistas e personagens do futebol brasileiro. O programa não abre mão do humor para transmitir os fatos cobertos pela grande imprensa e que foram destaque no Brasil e no mundo no campo cultural, social e político.
Os apresentadores e os repórteres usam e abusam da ironia, do sarcasmo e de perguntas de duplo sentido durante os comentários e as entrevistas para motivar o público a ter uma visão crítica dos fatos ali veiculados. Estes recursos usados pelos integrantes do programa, muitas vezes, desmascaram certas personalidades diante das câmeras, principalmente aquelas da política. O foco principal do programa é a política; ele faz um elo entre os políticos e os cidadãos, com matérias produzidas frequentemente dentro do Congresso Nacional. Seus repórteres, com muito bom humor, fazem perguntas aos parlamentares que, provavelmente, os telespectadores gostariam de fazer, sobre temáticas referentes ao campo social e político do momento.
O terno preto e os óculos escuros são marcas registradas dos integrantes do CQC. Eles transmitem aos telespectadores a sensação de que estão de olho principalmente no que se passa no cenário político brasileiro. O ar de suspense e mistério também está presente nas vinhetas de abertura do programa e nas que antecedem os quadros A vinheta de abertura insere os apresentadores em um cenário ainda com pouca luz, dando a ideia de algo virtual e misterioso. Já nas vinhetas que abrem ou encerram as matérias e os quadros do programa, os integrantes fazem comercial para os anunciantes, com propagandas da Pepsi, Gilete entre outras protagonizando geralmente cenas cômicas.
Por fim, acreditamos que o CQC chega com uma ideia de fazer as pessoas olharem os fatos que acontecem no Brasil e no mundo de uma forma menos séria, mas de uma maneira crítica, portanto, se tivesse de reescrevê-lo ou dirigi-lo não modificaria nada, pois são estes programas que fazem a diferença na vida das pessoas, tornando-as mais atualizadas, com bom humor e críticas. O CQC é um sucesso de audiência e exibe humor. É um programa que não tem medo de mostrar a realidade, o que acontece em vários estados do Brasil o que os políticos fazem com o dinheiro do povo brasileiro. Os apresentadores sabem fazer criticas e piadas ao mesmo, é isso que o programa tem de diferente e faz muito sucesso, pois não existe um programa que faz o que o CQC faz.



UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL – UAB
UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA - UNB
PÓLO DE SENA MADUREIRA, AC.
DISCIPLINA: Tecnologias Contemporâneas na Escola 3
TUTOR (A): Claudia Gomes da Silva Babinsk.
ACADÊMICA: Djane da Silva Pinheiro
DATA: 19/08/2010.


O filme O Quarto Poder de Costa Gravas, conta-nos uma história de um repórter chamado Max que em um dia de trabalho normal cobre uma reportagem no museu da cidade cujo tema esta voltado para a falta de verba do museu, e se depara com uma situação constrangedora e arriscada. Um ex -funcionário cujo nome é Sam (Jonh Travolta), revoltado e confuso com a marginalização e disparidade social do meio em que vive, faz de refém pessoas, inclusive crianças que se encontravam no museu.
Começa então uma grande trama dentro desse estabelecimento com o conflito de crianças assustadas e indefesas, um seqüestrador acuado e um jornalista sedento por audiência para o canal de emissora em que trabalha e busca de fama e reconhecimento pessoal.
O repórter (Max) começa então a relatar esse fato com exclusividade dirigindo algumas vezes o rumo dos acontecimentos de acordo com o que julga conveniente. É quando percebemos com clareza, o poder que a mídia de certa forma exerce sobre a sociedade em que estamos inseridos e como esta absorve as informações que são na maioria das vezes camuflada.
Já no documentário Muito Além do cidadão Kane do diretor Simon Hartog é um relato sobre falcatruas nos bastidores da Rede Globo e de outras emissoras brasileiras. O documentário dura aproximadamente duas horas que é o suficiente para entendermos que nem todas as notícias e acontecimentos mostrados em canais televisivos são maravilhas ou desgraça que aparentam ser. O principal alvo das críticas do documentário foi o ex-presidente e fundador da Globo Roberto Marinho, que no documentário é acusado de ser um exemplo alarmante da concentração de poder da imprensa do Brasil. O documentário mostra também, como funciona a política brasileira de comunicações e os critérios arbitrários pelos quais se concedem e renovam as concessões de canais de televisão e rádio.
Tanto o filme O Quarto Poder de Costa Gravas, quanto o documentário Muito Além do cidadão Kane do diretor Simon Hartog, nos leva a refletir sobre o poder de manipulação da mídia que na maioria das vezes não mede conseqüência para conseguir transmitir a notícia desejada, alertando-nos a analisar melhor essas informações para poder decidir algo.

terça-feira, 17 de agosto de 2010

QUEM SOU?

agora pois, minha filha, não temas, tudo quanto disseste te farei, pois toda a cidade do meu povo saberá que és mulher virtuosa. (Rt. 3. 11)